25 de fev. de 2015

Livre Arbítrio e Dualidade

REFLEXÃO 49
 
Qualquer forma de expressão que usemos para externar uma ideia, conceito ou propósito, deve ser fruto sempre de uma detalhada reflexão com nossos afins. No livre arbítrio cada um tem liberdade absoluta de expressão, mas, precisamos entender que quando nos expressamos, usamos palavras para expor pensamentos humanos formados, sempre, numa dualidade, composta pelas teses de duas antíteses. Nessa dualidade, operando essas duas antíteses, defendemos teses, executando-as... com as informações ao nosso alcance. Quando expomos qualquer propósito, somos favoráveis ou contrários. Simplificando, precisamos todos irmanados entender como operar essa dualidade. Exemplo: Bom e Mau... Quando defendemos uma ideia, um propósito, nossa tese faz parte de uma dessas antíteses. O que vemos diuturnamente são discussões dentro da mesma tese. Se a tese representa um mal compulsório, construído pela eterna mesmice, continuaremos caminhando para o caos. Somos todos semelhantes, praticando o mau, com cada um defendendo o seu ponto de vista, sobre como praticar melhor esse mau. É a somatória de como eternizar o mau através de nossas ações. O bom se praticado, neutralizaria o mau, por esforço próprio, mas, ao coloca-lo na mão de DEUS, para que Ele faça o bom, deixamos de entender que o bom, quando praticado, neutraliza o mau, e que devemos nos conscientizar que o bom e o mau tem que ser vividos, simultaneamente hoje, procurando um consenso entre eles, para que cheguemos à síntese. E assim a partir daí, cada um de per si, poder escrever seu roteiro de vida e crescer uno com DEUS. O bom e o mau fazem parte do nosso livre arbítrio, da nossa dualidade. Ao colocamos na mão de DEUS nossos infortúnios, esperamos um milagre sem fazer nenhum esforço. Não é assim a vida que devemos aprender a vivenciar com DEUS. Nas redes sociais todos estão tendo a oportunidade, de ajudarem-se uns aos outros com filantropia e não vivendo uma eterna mesmice e barbárie, como a que estamos vivendo e plantando para o nosso porvir...