25 de jun. de 2010

O MUNDO EM QUE VIVEMOS

Meu caro internauta...

Em um lugar muito estranho, habitado por seres mais estranhos ainda, a natureza, como que revoltada, agride seus habitantes com catástrofes de toda ordem: maremotos, vulcões, furacões, terremotos, tornados, ciclones, tempestades violentas, secas causticantes, resfriamentos rigorosos, epidemias, doenças incuráveis, ervas venenosas, animais perigosos; ...Existe uma espécie, diferente das demais, que se destaca pela incrível capacidade de viver contra todas as outras, comportando-se de uma forma esquisita antinatural e desequilibrada, desentendendo-se uns com os outros nos mais diversos conflitos. Onde, apesar dos perigos naturais existentes, o que mais atemoriza cada um deles é o medo de seu próprio semelhante. Existe um progresso também estranho, cuja filosofia principal é produzir e incentivar, sistematicamente, o consumo de "coisas" para que todos experimentem algum tipo de prazer, mesmo que para isso muitos desafortunados apelem para a violência em busca de recursos alheios, muitas das vezes, em episódios com cenas de horror, onde comumente, vidas preciosas são "apagadas". A maioria daqueles que são escolhidos para dirigir os interesses das suas comunidades agem egoisticamente em prol de seus próprios interesses e contra aqueles que os escolheram. No local onde se reúnem para tratar dos destinos do povo que representam, o mais inocente, deixaria perplexo o próprio Diabo.

O Direito e a Justiça

...O direito e a justiça, quase sempre, são usados como instrumentos de conveniências pessoais daqueles que "podem". Para os demais, restam as leis. Por isso é costume, nada raro, a omissão e a corrupção. Quem deveria dar o exemplo daquilo que apregoa e representa, faz justamente o contrário. Deterioram com esse procedimento, a cultura e o meio, que deixam como legado aos seus próprios descendentes. (Depois reclamam de um "rebanho" revoltado, desorientado e violento, em que muitos, decepcionados e desiludidos com tanta hipocrisia, voltam-se para as drogas, destruindo aos outros, aos seus, e a si mesmo).
... Os viventes se matam em nome de um deus que dizem ser o mesmo para todos, entretanto, o que se vê, é que cada um possui seu deus particular e concepções diferentes sobre esse mesmo Deus. Os mais fortes subjugam os mais fracos, com a violência de suas idéias degeneradas e corrompidas, enquanto os mais fracos revidam essa agressão com a violência das ruas ou com o descaso e o descrédito, para com as autoridades, demonstrando claramente, tanto uma quanta outra parte, a indiferença e o desrespeito aos deuses que cultuam. Isso, enquanto a situação, de uma ou outra forma ainda é suportável, caso contrário, tudo se degenera, ainda mais, em uma grave crise, ou num conflito generalizado e de consequências imprevisíveis. Como podem adorar deuses que exigem o amor e o respeito a tudo e a todos, se praticam exatamente o oposto?...Interessante também é notar que nesse lugar, "filho feio" não tem pai, ninguém faz nada errado e todos estão com a "razão", mesmo quando estão se matando. As principais consequências desse "progresso" são: o envenenamento da atmosfera, a poluição do meio ambiente, a degeneração das espécies.