28 de out. de 2012

Humanismo no Terceiro Milênio…


REFLEXÃO... 40
 
O Sistema Mental começa a funcionar nos primórdios da caminhada do homem em um determinado plano físico e sob a influência dos fenômenos que observa acontecendo na natureza, cria os primeiros pensamentos realizados pelo sistema mental. Usa o livre arbítrio compulsoriamente, na criação dos seus primeiros pensamentos. São eles que orbitarão sua mente doravante. Inicia assim como primata que é a sua jornada como ser humano e como entidade psicológica, nesse planeta primário. É sempre a partir de um planeta primário que o homem ascende a outro planeta mais evoluído ou descende a outro em formação se decair do que hoje vive.

Nesse início de caminhada no plano físico quem ordena e dá vida ao ser humano é o espírito através do sistema instintivo, fundamental para o funcionamento e entendimento dessa trilogia, que dá vida ao filho unigênito, para que obre a obra do PAI.

Esses pensamentos iniciais da caminhada do homem são depositados para uso, no porvir de sua perpetuação, na sua alma, que é universal e inerente a todas as civilizações do universo. Uma só alma armazena a pluralidade de todos os pensamentos humanos depois da morte física de cada um. A essa pluralidade existencial podemos chamar de subconsciente coletivo, ou de alma universal. Cada um recicla os seus ou todos os pensamentos humanos que povoam sua alma através da faculdade da mente que tem à sua disposição que é a faculdade de sonhar. É na alma universal que funciona o sistema sensível do ser para que possa proporcionar a humanidade quando no plano físico, enxergar o patamar moral que se encontre. Falamos até agora da sensibilidade que dá forma a moral vivida pelo homem como dor ingênita, como procura indefinida. Para que coloquemos nos nossos pensamentos projetos éticos precisamos identificar as faculdades do sistema sensível para que geremos os sentimentos que deverão acompanhar mais e mais a vida do ser no plano físico, despertando através desses sentimentos e dessa sensibilidade em formação à divindade em cada um.

Descobrindo essa divindade e vivendo com filantropia geraremos então, os nossos novos propósitos sempre em favor do bem comum. Esses projetos realizados com ética, ou seja, em unidade com DEUS, colocará uma vida plena e feliz ao nosso alcance aqui e agora.

As faculdades do sistema sensível geram, aumentam e consolidam os sentimentos que passam a presidir os atos do homem, aparecendo como expressões espontâneas da sensibilidade. É o espaço dimensional onde nascem, vivem e operam os sentimentos.

Para refletir, raciocinar e pensar na geração de sentimentos eis as faculdades que compõem o sistema sensível: 1) Amar; 2) Agradecer; 3) Consentir; 4) Compadecer; 5) Perdoar; 6) Querer; 7) Sentir; 8) Sofrer.
Para completar o raciocínio que ora projetamos não posso deixar de citar: Carlos Bernardo Eduardo Gonzáles Pecotche (RAUMSOL); foi ele, que mais de perto me falou sobre as características e especializações da mente humana em funcionamento. Vide chamada no nosso Blog sobre Logosofia.
 
Carlos Gomes
 

14 de out. de 2012

Humanismo no Terceiro Milênio…


REFLEXÃO... 39

Todo o Universo observável, micro e macro, é o efeito de um pensamento original, criador, vigoroso, que engloba toda a criação, antes de ser materializado e observável através da luz provocada pelo Big Bang que iniciou tudo.
O homem chega cientificamente ao Big Bang e conjetura que tudo é fruto do acaso, de gerações espontâneas e outros que tais...
Porém, todo esse pensamento criador fica depositado na memória de quem o ideou. Toda essa criação tem na sua confecção o principio e o fim de tudo.
O principio é quando essa criação como pensamento que é ao materializar-se se torna observável com a luz que é produzida através do que o homem convencionou chamar de big bang.
No espaço da memória que era ocupada pelo pensamento criador, fica um buraco negro. Essa criação expande-se enquanto tiver energia pra ser visível e observado por alguém.
Terminada a energia que o expande, apaga-se, e não mais pode ser observado. Começa então para toda essa criação de pensamentos que deixou de ser observado, que se apagou, uma viagem fantástica de volta ao seu núcleo, que ao comprimir-se retorna com todo o criado, a ocupar o buraco negro que deixou ao expandir-se, o principio de tudo como pensamento original dessa criação, na memória do criador desse universo. Comprimi-se com tamanha intensidade que recompõe a energia inicial para um novo big bang, começando tudo de novo. Havendo novamente Luz, tudo poderá continuar sendo observado. É a grande força do pensamento...
Todo o exposto acima é o nada senão observado.
O Universo só existe porque é observado.
Também se apagarmos o observador nada mais existe.
Voltemos agora ao observador, o homem, que para observar precisa estar sempre em um plano físico que não criou e do qual não faz parte. Foi-lhe concedido pensar, mas não originalmente e sim pelo livre arbítrio, ou seja, por sua conta e risco. Nunca criou nada original e tudo que fez até hoje virou pó e continuará a serem obras efêmeras. Pega a matéria prima indispensável para a vida, destruindo-a e se autodestruindo. Olha galáxias distantes milhares de anos luz e sonha alcançá-las para explorar e aumentar seu sempre efêmero poder. Não passa nunca de sua própria geração e ele mesmo como ser físico volta ao pó também. Subsiste como entidade psicológica, como pensamento, mas, não percebe.
A humanidade como que aturdida continua geração atrás de geração fazendo guerras, destruindo, matando sem um lampejo de remorso, só para ter poder.
É preciso perceber que está na hora de parar de pensar com livre arbítrio, com a dualidade do bom e do mau, do certo e do errado, deixando de serem as pluralidades de pensamentos que o leva à ação.
Enfim, encontrar dentro de si o pensamento unidade com DEUS, para que em praticando-o, finalmente com toda a humanidade viver aqui e agora num paraíso pleno e feliz, perpetuando-se através desse pensamento unidade que impulsionará todos nós para entendermos que somos um só com o criador desse universo absoluto e que doravante com ELE serão coparticipes toda a humanidade.
 
Carlos Gomes
 

1 de out. de 2012

Humanismo no Terceiro Milênio…


 
REFLEXÃO... 38
 
O livre arbítrio é uma Lei Universal intrínseca de você. Você praticará essa dualidade humana até que desperte em você, o início do conhecimento absoluto, ou seja, a sua consciência em ascensão, você evoluindo com seus pensamentos unidades, em perfeita comunhão com DEUS.
Crescendo em consciência você vai se libertando da dualidade, pois quando você cresce em consciência os pensamentos que irão impulsioná-lo será sempre uma unidade, uma verdade absoluta. É a verdade que liberta. É a descoberta da partícula de DEUS em você. É o seu EU, que é espiritual atuando por você. O filho unigênito em você que o colocará finalmente a salvo, mostrando que a pluralidade das existências, ou seja, que a alma universal em nós foi e será pela eternidade, criadora e redentora de nós mesmos.
Em ambos os casos, na dualidade ou na unidade, quem impulsiona o homem e DEUS em nós é sempre um pensamento.
O pensamento tem sempre uma causa, um propósito quando de sua criação e nasce de uma ideia que quando original, quando unidade, quando absoluto é gerado com DEUS.
Na dualidade, tem sempre o outro lado, é o pensamento gerado pelo homem que tem sempre sua antítese, o seu contrário, é a pratica do livre arbítrio.
No livre arbítrio, na dualidade humana, todo pensamento gerado é involutivo.
Na unidade, todo pensamento é gerado com DEUS, portanto, evolutivo.
As Leis Universais que regem compulsoriamente os pensamentos gerados pelo homem na pratica do livre arbítrio são: Adaptação, Afinidade, Caridade, Causa e Efeito, Conservação, Correspondência, Equilíbrio, Evolução, Herança, Lógica, Movimento, Simpatia, Tempo, Transformação. Essas são as Leis Universais que devem sempre atuar na formação dos pensamentos gerados pelo homem. Você identificará uma por uma dessas Leis conforme for entendendo o livre arbítrio.
Os pensamentos por serem entidades psicológicas animadas, vivas, que povoam a mente humana são por sua origem: próprios ou alheios; pelo seu valor: positivos ou negativos; por sua natureza: autônomos ou dependentes; pela área mental de influência ou gravitação sobre a vida do ser: dominantes ou obsessivos.
Exercitando-se na formação dos próprios pensamentos você começa a dominar um dos sistemas do Mecanismo de Vida Consciente: o Sistema Mental.
 
 
Carlos Gomes.