14 de out. de 2012

Humanismo no Terceiro Milênio…


REFLEXÃO... 39

Todo o Universo observável, micro e macro, é o efeito de um pensamento original, criador, vigoroso, que engloba toda a criação, antes de ser materializado e observável através da luz provocada pelo Big Bang que iniciou tudo.
O homem chega cientificamente ao Big Bang e conjetura que tudo é fruto do acaso, de gerações espontâneas e outros que tais...
Porém, todo esse pensamento criador fica depositado na memória de quem o ideou. Toda essa criação tem na sua confecção o principio e o fim de tudo.
O principio é quando essa criação como pensamento que é ao materializar-se se torna observável com a luz que é produzida através do que o homem convencionou chamar de big bang.
No espaço da memória que era ocupada pelo pensamento criador, fica um buraco negro. Essa criação expande-se enquanto tiver energia pra ser visível e observado por alguém.
Terminada a energia que o expande, apaga-se, e não mais pode ser observado. Começa então para toda essa criação de pensamentos que deixou de ser observado, que se apagou, uma viagem fantástica de volta ao seu núcleo, que ao comprimir-se retorna com todo o criado, a ocupar o buraco negro que deixou ao expandir-se, o principio de tudo como pensamento original dessa criação, na memória do criador desse universo. Comprimi-se com tamanha intensidade que recompõe a energia inicial para um novo big bang, começando tudo de novo. Havendo novamente Luz, tudo poderá continuar sendo observado. É a grande força do pensamento...
Todo o exposto acima é o nada senão observado.
O Universo só existe porque é observado.
Também se apagarmos o observador nada mais existe.
Voltemos agora ao observador, o homem, que para observar precisa estar sempre em um plano físico que não criou e do qual não faz parte. Foi-lhe concedido pensar, mas não originalmente e sim pelo livre arbítrio, ou seja, por sua conta e risco. Nunca criou nada original e tudo que fez até hoje virou pó e continuará a serem obras efêmeras. Pega a matéria prima indispensável para a vida, destruindo-a e se autodestruindo. Olha galáxias distantes milhares de anos luz e sonha alcançá-las para explorar e aumentar seu sempre efêmero poder. Não passa nunca de sua própria geração e ele mesmo como ser físico volta ao pó também. Subsiste como entidade psicológica, como pensamento, mas, não percebe.
A humanidade como que aturdida continua geração atrás de geração fazendo guerras, destruindo, matando sem um lampejo de remorso, só para ter poder.
É preciso perceber que está na hora de parar de pensar com livre arbítrio, com a dualidade do bom e do mau, do certo e do errado, deixando de serem as pluralidades de pensamentos que o leva à ação.
Enfim, encontrar dentro de si o pensamento unidade com DEUS, para que em praticando-o, finalmente com toda a humanidade viver aqui e agora num paraíso pleno e feliz, perpetuando-se através desse pensamento unidade que impulsionará todos nós para entendermos que somos um só com o criador desse universo absoluto e que doravante com ELE serão coparticipes toda a humanidade.
 
Carlos Gomes